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TOP X #4 – Melhores Jogos de James Bond 007

Bem-vindos ao TOP X, a coluna semanal do PSX Brasil! O TOP desta vez aborda os melhores jogos de James Bond!

A ideia da coluna é justamente o que está em seu título: listar os 10 (“X”) melhores itens de alguma coisa. Pode ser literalmente qualquer assunto – desde que esteja relacionado alguma forma ao site, é claro.

Algumas observações:

  • A lista foi criada por Ivan Nikolai Barkow Castilho;
    • Deixaremos sempre claro quem montou a lista (podem existir casos de mais de uma pessoa);
    • Saiba mais sobre cada redator neste artigo;
  • Discordou da lista? Dê a sua opinião nos comentários.

TOP X – Melhores Jogos de James Bond 007

Quando tivemos a ideia deste TOP X por conta da chegada de 007 First Light, honestamente achávamos inicialmente que não havia 10 jogos de James Bond. Porém, não só estávamos enganados, como ficaram alguns jogos de fora.

10. Agent Under Fire

O primeiro jogo de James Bond para o PS2, GameCube e Xbox. Era ainda o início da geração (2001) e chamava a atenção, principalmente para quem tinha GameCube por conta da série ser atrelada fortemente à Nintendo na época. No entanto, não é um jogo ruim, mas também nada demais. É o clássico nota (00)7.

9. Blood Stone

O PS3 (e Xbox 360) recebeu uma quantidade significativa de jogos na época em que a licença estava nas mãos da Activision. 007 Legends é, de longe, o pior e ficou de fora da nossa lista. O segundo pior seria Blood Stone. Não é um jogo ruim, oferecendo um gameplay em terceira pessoa com algumas partes de pilotagem – além de uma história inédita. Mas é facilmente esquecível.

8. The World Is Not Enough (N64)

O primeiro jogo no Nintendo 64 com a EA tendo a licença e baseado no filme de mesmo nome. Para a época agradou, mesmo com o excelente Perfect Dark já estando no mercado. A versão de PlayStation é, infelizmente, inferior. Além de serem desenvolvedoras distintas (Eurocom no N64 e Black Ops Entertainment no PS1), o jogo no PS1 é basicamente a mesma engine do péssimo Tomorrow Never Dies, mas adaptada para primeira pessoa. Além disso, não possui multiplayer local, algo que era muito valorizado na época.

7. GoldenEye Reloaded

Um remake de GoldenEye parecia uma péssima ideia, mas que no fim deu relativamente certo. A versão de Wii lançada originalmente agradou pelos controles de movimento e toda uma ambientação que adaptava muito bem o clássico com o novo estilo que a geração de Daniel Craig oferecia. Uma versão Reloaded chegou ao PS3 e Xbox 360 mais tarde e é basicamente o mesmo jogo, exceto é claro por trazer gameplay clássico no controle. E ser o mesmo jogo também entrega que os gráficos foram levemente adaptados (era notável que se tratava de um “remaster” de jogo de Wii).

6. From Russia With Love

Depois de Everything or Nothing, a EA quis continuar com um Bond em terceira pessoa, mas decidiu fazer algo interessante: pegar um filme clássico e adaptá-lo. O resultado foi From Russia With Love, que chegou ao PS2, GameCube e Xbox (e mais tarde ao PSP). É um jogo bom e divertido. Além disso, trouxeram o próprio Sean Connery para gravar as vozes, porém apesar de ser uma ideia boa no papel, você claramente notava a diferença no tom dele mais velho e a sua versão mais jovem no game. O multiplayer trazia um modo para 4 jogadores competitivo que cumpria seu papel.

5. Nightfire

Os jogos na mão da EA começavam a ficar cada vez mais interessantes e Nightfire é lembrado com carinho por muitos jogadores. Uma campanha sólida e um multiplayer divertido (inclusive com a opção de bots) marcaram este ótimo game de James Bond. Porém, não era perfeito (a campanha era bem curta, por exemplo).

4. Quantum of Solace

O primeiro jogo nas mãos da Activision é, ironicamente, o melhor. Uma campanha sólida no que pode ser considerado um dos piores filmes da era Daniel Craig. E o multiplayer online, por conta de suas regras diferentes como a Golden Gun, era bem divertido. Vale esclarecer que estamos citando a versão de PS3 e 360 aqui. Há uma de PS2 que possui um gameplay diferente e é bem inferior.

3. First Light

Jogos recém-lançados entrarem em TOPs é algo complicado, mas não tem como: First Light é excelente e um dos melhores jogos de James Bond. Honestamente? Já falei tudo que podia em meu review, mas analisando os outros games dessa lista, só faltou um multiplayer mesmo para talvez subir mais na lista.

2. Everything or Nothing

É um dos jogos mais “underrated” de James Bond – e quando falamos de games no geral. Eu entendo o motivo das pessoas não terem conferido na época: estávamos um pouco saturados dos jogos da EA de 007, com The World Is Not Enough, Agent Under Fire e Nightfire sendo lançados anualmente (2000, 2001 e 2002, respectivamente) e a mudança para terceira pessoa tinha tudo para dar errado. Mas não deu. Vou tentar resumir em tópicos por quais motivos é um jogo sensacional:

  • Gameplay em terceira pessoa trazia um sistema de lock-on similar ao visto em Zelda, mas com a possibilidade de mirar nas partes dos corpos dos inimigos com o “R3”;
  • Diversas fases muito variadas, com objetivos e gráficos muito bonitos (para a época);
  • Fases de pilotagem com ação incrível (principalmente as de moto) e criadas pela equipe de Need for Speed;
  • Uma história original com Pierce Brosnan como Bond, mas vale destacar todos os outros atores famosos, inclusive Willem Dafoe como o vilão principal, Shannon Elizabeth e Heidi Klum como Bondgirls, Judi Dench como M, John Cleese como Q e até o visual de Richard Kiel como Jaws estava no jogo;
  • Todas as fases eram rejogáveis com objetivos adicionais a serem descobertos. Tudo isso permitia, enfim, abrir fases secretas (o que incentivava você a conquistar tudo);
  • E por último e não menos importante: o cooperativo. Eram fases originais pensadas exclusivamente para o cooperativo (de 2 jogadores). Honestamente? Sensacional. Em uma época em que era raro encontrar jogos cooperativos (a maioria era competitivo), Everything or Nothing conseguiu gerar muitas horas de diversão para mim em 2004.

1. GoldenEye (N64)

Dispensa palavras, um clássico absoluto indiscutível. Desafiador, fiel ao material de origem, campanha longa e repleta de desafios opcionais (os cheats, que ainda levam a outras jogadas descontraídas quando são destravados). Tudo isso sem contar o multiplayer que marcou uma geração.

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