Em novembro, a Q-Games conseguiu os direitos de The Tomorrow Children da Sony e disse que relançaria o título.

The Tomorrow Children foi originalmente lançado como um jogo gratuito com microtransações, um modelo de negócio que foi decidido um pouco mais da metade de seu desenvolvimento, em linha com a estratégia da Sony na época. Porém, quando ele retornar agora, The Tomorrow Children será uma compra paga normal, com as microtransações removidas – de acordo com a forma como foi originalmente concebida.

“No jogo, havia um mercado negro, que era nossa área de monetização”, explica Cuthbert ao site IGN. “Isso estava originalmente no jogo, mas não como um free-to-play. O jogo é uma paródia das sociedades marxistas versus capitalistas, então o mercado negro foi feito apenas para ser uma opção capitalista, para mostrar como esses dois sistemas podem funcionar juntos. Você pode ter o sentimento de altruísmo ao seguir o estilo marxista de pensamento, em que é tudo por um, e então você tem o lado do mercado negro, onde você obtém a tecnologia pela qual paga. Por causa disso, realmente funcionou bem tendo o mercado negro sendo monetizado com dinheiro real em termos de tradição do jogo. Mas não foi originalmente projetado para isso”.

O mercado negro usará a moeda do jogo na nova versão de The Tomorrow Children, em vez de dinheiro real, permitindo que a Q-Games reequilibre esse recurso e melhore a curva de progressão do jogo.

Uma vez que o elemento de monetização se destinava a cobrir os custos de execução do servidor do jogo original, a nova versão usará ‘peerto peer’, sem depender de um servidor central. Outras mudanças estão sendo baseadas no feedback de fãs existentes do jogo, bem como em testes internos.