Um site de notícias holandês (via ResetEra) divulgou uma pequena entrevista com o diretor de Horizon Forbidden West, Mathijs de Jonge.

Nela, ele mencionou a quantidade de diferentes nacionalidades trabalhando atualmente na Guerrilla Games, a escolha de criar Aloy como um contraponto à série Killzone, dirigida por homens e ‘cinza’, e o estúdio optando por não adotar o ‘crunch’ (trabalhar de forma exaustiva para atender os prazos estipulados).

Mathijs de Jonge: “Isso acontece muito pouco conosco. Estamos muito conscientes das desvantagens do crunching, então levamos muito isso em consideração em nosso planejamento. Para dar um exemplo, no Natal dissemos que não haveria trabalho e que todo mundo poderia ter duas semanas de férias. A empresa estava fechada, você não podia nem ir trabalhar lá.

Algumas pessoas gostam de continuar trabalhando, não querem necessariamente as férias de Natal. Isso é permitido, não vamos impedir isso. Mas do ponto de vista da empresa, enviamos uma mensagem muito forte.

Forbidden West podia ter saído no final do ano passado, mas então talvez tivéssemos que trabalhar horas extras. As pessoas também precisam poder relaxar e tirar férias, por exemplo, para estar com a família e amigos. Isso também contribuiu para a decisão de apenas lançar o jogo agora.”

Ainda sobre Horizon Forbidden West, a PlayStation da Ásia realizou uma ação colaborativa com alguns artistas asiáticos para que fizessem artes de Aloy com seus próprios estilos. Você pode ver os trabalhos, assim como baixar wallpaper para seu PC ou celular dessas artes, neste site.

Horizon Forbidden West

Por fim, ainda sobre as ações promocionais que a PlayStation anda realizando pelo mundo de Horizon Forbidden West, temos uma estátua de Aloy na Itália e outra do Garraveloz na Austrália.