AnálisesPS Vita

The Longest Five Minutes

Análise

NOME: The Longest Five Minutes
FABRICANTE: Nippon Ichi
PLATAFORMA: psvita
GENERO: RPG
DISTRIBUIDORA: NIS America


LANÇAMENTOS
16/02/2018 16/02/2018 28/07/2016


INFORMAÇÕES ADICIONAIS E SUPORTE
Resolução Máxima: qHD

Nº de Jogadores: 1

Troféus (inclusive Platina)

DLC

Espaço necessário: 279,26 MB

Disponível na PlayStation Store

Legendas em PT-BR: Não

Dublagem em PT-BR: Não


The Longest Five Minutes é um RPG com estilo 16 bit, desenvolvido pela Nippon Ichi (Disgaea, Yomawari, ClaDun) e publicado no Ocidente pela NIS America. Lançado exclusivamente para o PlayStation Vita nas plataformas PlayStation, este marca mais uma nova empreitada da empresa em jogos de menor escopo, estilo “indie”.

Imagine o Herói do jogo, com seu grupo de amigos, em frente ao Rei dos Demônios, último chefe depois de toda sua aventura, para então perder todas as suas memórias e não entender o que está acontecendo ao seu redor. Assim começa The Longest Five Minutes, um jogo em que você, o protagonista, começa na última batalha, sem se lembrar de nada.

A premissa do jogo, de você controlar o Herói de uma nação, logo no “final” do jogo, precisando se lembrar de tudo que aconteceu até aquele ponto, talvez seja sua maior inovação, que, fora isso, conta com elementos já conhecidos e consagrados de RPGs mais antigos.

O jogo se passa em dois pontos diferentes da história: a batalha final, em que você está diante do último chefe, com o seu grupo de amigos que estiveram do seu lado durante toda sua aventura, e as memórias que precisa recuperar para conseguir derrotá-lo, que vão desde suas lembranças de infância até o momento em que chegou no castelo final.

Cada memória é um “capítulo” diferente, com suas missões e objetivos separados, mas igualmente importante para o Herói, pois somente depois de recuperar todas suas memórias é que ele conseguirá enfrentar o vilão de igual para igual, com toda sua força. Aliás, é por meio das memórias, relembrando de cada uma, que você vai aumentando de nível, fora as batalhas e objetivos conquistados em cada capítulo.

O visual é todo inspirado na época dos consoles 16 bit, assim como sua trilha sonora e o sistema de batalha por turnos. O jogo, por sinal, é muito fácil. Não tem uma única batalha no jogo, tirando os últimos chefes, que você não consiga vencer simplesmente escolhendo o comando de ataque básico com todos os personagens.

Com até dez horas de jogo para aqueles que escolherem conquistar todos os objetivos em todas as memórias e ver todos os finais, The Longest Five Minutes passa num piscar de olhos. A premissa inovadora consegue carregar o jogo até o final, mas não existem outros pontos que o diferencie de qualquer outro RPG nesse estilo, inclusive de outros indies, ocidentais ou orientais.

Veredito

Com um twist no cliché do protagonista com amnésia, The Longest Five Minutes traz uma premissa inédita, mas que não o salva de se perder na multidão.

Jogo analisado com código fornecido pela NIS America.


 

70%