Um espanhol que é YouTuber e Streamer recebeu Fallout 4 da Bethesda e quebrou o NDA, divulgando imagens e também impressões do jogo.

Atenção: pode conter spoilers. Confira o que ele disse:

  • O jogo é muito melhor do que as capturas mostram, porém, não chega a ser revolucionário. Mesmo assim, jogo possui uma ótima iluminação.
  • Dificuldade: vários níveis de dificuldade (very easy, easy, normal, hard, very hard, survival). Cada nível possui mudanças no dano, resistência de inimigos e a quantidade de inimigos lendários. Inimigos lendários são os mais difíceis, porém, têm uma chance de dropar itens lendários, que possuem características  únicas, como chance mais alta de acerto crítico ou de recuperação de AP a cada acerto crítico.
  • A cor da HUD é customizável.
  • Os minigames realizados para destrancar portas e terminais são exatamente iguais aos encontrados em Fallout 3.
  • O mapa parece pequeno quando visto no Pip-Boy, mas não dá para ter certeza de seu real tamanho. Mesmo assim, existe muita coisa para encontrar nele. Talvez do tamanho de Skyrim.
  • Combate: está bem melhor do que em Fallout 3. Não chega a ser um CoD, mas a sensação de FPS é muito boa. Dá para sentir o impacto, o retranco da arma, e cada uma tem suas peculiaridades. A IA dos inimigos também foi melhorada: eles se escondem, tomam cobertura, avançam em você quando sua vida está baixa ou quando você está recarregando a arma (isso no modo Hard). VATS (a possibilidade de acertar o inimigo em partes específicas) é completamente não essencial.
  • As animações estão perfeitas. Há uma grande variedade de faces nos personagens, apesar de alguns serem similares (particularmente com os raiders).
  • Com relação aos diálogos, não há um sistema de carma/reputação aparente como visto em Dragon Age/Mass Effect, apesar de haver uma notificação de que “fulano de tal aprova”. Parece mais com Skyrim/Oblivion. Além disso, em 23 horas de jogo, foram poucas as missões em que fosse possível terminar apenas na base do diálogo, tirando bastante a atratividade do lado diplomático do jogo.
  • Instalações: são um importante pilar do jogo, no estilo ame/odeie. Existe um sistema de microgerenciamento aqui bem profundo e difícil, composto por várias opções, missões e objetivos que podem ocupar muito tempo do jogo. Seu funcionamento: existem mesas de trabalho vermelhas por todo o mundo, algumas livres e outras ocupadas (as ocupadas podem guardar missões para ajudar as pessoas donas do lugar). Nessas mesas de trabalho, é possível fazer tudo que foi visto na demo, podendo destruir tudo e também construir. Os humanos vivendo nestas instalações devem possuir o mínimo para sobreviverem (alimentos, água, energia e camas). Quando a instalação é atacada, você recebe uma mensagem e tem a opção de ir protegê-los.
  • Armas: no tempo jogado, foram vistas de 12 a 15 armas básicas, mas a possibilidade de modificá-las é insana, com cada uma tendo facilmente de 25 a 30 diferentes peças que alteram suas estatísticas.
  • Loading do jogo: muitas casas pequenas não precisam de uma tela de carregamento, mas construções maiores precisam. O tempo de carregamento entre as construções é geralmente bem pequeno, sendo que o carregamento maior acontece durante as fast travel.
  • Power Armors: são as armaduras, usadas quase como um veículo: você entra nela, pode usá-la, e ao sair, ela permanece no lugar que você a deixou. Elas parecem ser bem poderosas, mas menos confortáveis para usar.
  • Narrativa: tem um início fraco, demorando um pouco para a história engrenar, mas demonstra potencial para ser muito interessante.. Durante as 23 horas jogadas, foi possível completar apenas 4 missões principais, pois elas são longas e cheias de coisas a se fazer. 

Notícia traduzida por Matheus Ricardo Uihara Zingarelli.