AnálisesPS3

[PSN] Trine

Análise

NOME: [PSN] Trine
FABRICANTE: Frozenbyte
PLATAFORMA: ps3
GENERO: Plataforma
DISTRIBUIDORA: Nobilis


LANÇAMENTOS
17/09/2009 17/09/2009 Não disponivel


INFORMAÇÕES ADICIONAIS E SUPORTE
Disponível na PlayStation Store

Nº de Jogadores: 1

Definição HD: 720p

Troféus


Trine é um jogo de plataforma nos moldes clássicos, porém fortemente focado nas físicas desenvolvidas nos games atuais. Você pode controlar uma ladra, um cavaleiro ou um feiticeiro, todos ao mesmo tempo, trocando entre si a qualquer momento.

A história de Trine é simples: os três personagens mencionados encontraram o "Trine" e ficaram presos a ele. Como o mundo está de cabeça para baixo, sua jornada consiste em salvar o reino.

A magia de Trine está em seus gráficos muito bem detalhados e bonitos, além de uma música agradável. Como dito, o game é bastante focado na física, ou seja, cada um dos personagens executam movimentos que dependem da situação do cenário. A ladra Zoya (a personagem que você mais vai usar por se locomover facilmente e a única a ter projéteis rápidos) usa e abusa de seu Grappling Hook que gruda em qualquer superfície de madeira e mais alguns materiais. Assim, é constante o uso desse acessório para alcançar certas partes do cenário. Além disso, ela também usa o arco, o qual dependendo do quanto você carrega, executará uma trajetória que também depende da física.

O cavaleiro Pontius é o que você menos usará. Ele é forte e usa uma espada e escudo (além de um martelo no futuro – os outros personagens também recebem novas armas, como flechas de fogo para a ladra). Mas é só isso. Por ser pesado, ele afunda nas águas e isso pode facilitar o controle do personagem, ao contrário dos outros dois que nadam. Por necessitar atacar os inimigos de perto, é muito comum você levar dano com o cavaleiro. Ele é útil também em se defender de pedras que possam cair do teto com o seu escudo (use o analógico da direita para isso – esse analógico também controla o arco e as magias do feiticeiro).

O problema do jogo é o mencionado: os inimigos. A variação é extremamente pequena. São uma variação de esqueletos, aranhas, morcegos e nada mais. Todos agindo com a mesma inteligência artificial. O que salva, e muito, o game é o seu momento de plataforma. Obviamente há alguns poucos chefes no jogo, mas inclusive o último chefe é todo baseado no elemento "plataforma" e não "combate".

O feiticeiro não possui ataques, ele simplesmente cria objetos no cenário como blocos e plataformas, podendo movê-los para onde quiser (novamente, a física presente).

Para poder evoluir seu personagem, é necessário encontrar pontos de experiência espalhados pelas 15 fases do jogo. Eles são encontrados como potes verdes escondidos ou em inimigos que precisam ser derrotados. A experiência adquirida permite evoluir as armas dos personagens (no caso do feiticeiro, um maior número de plataformas ao mesmo tempo, já na ladra, mais rapidez ou mais flechas de uma vez só).

Cada personagem possui sua própria vida e magia. Portanto, se você morre com um personagem, ainda pode usar os outros dois e tentar chegar ao próximo checkpoint, podendo reviver o que morreu. O jogo oferece a possibilidade de um modo cooperativo para três jogadores ao mesmo tempo. Porém, apenas offline, o que certamente não torna esta opção tão incrível assim.

Trine é um jogo simples e agradável de jogar. Seus troféus são fáceis de serem pegos e inclusive há um de platina, algo raro para jogos da PlayStation Network. O maior problema do jogo, sem dúvida, é o seu preço: 19,99 dólares. Para um jogo da PSN, é algo muito caro. No entanto, se você gosta do gênero plataforma, não deve deixar Trine passar batido.

80%