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The Ringed City (Dark Souls III)

Análise

NOME: Não disponivel
FABRICANTE: Não disponivel
PLATAFORMA: ps4
GENERO: Não disponivel
DISTRIBUIDORA: Não disponivel


LANÇAMENTOS
Não disponivel Não disponivel Não disponivel


INFORMAÇÕES ADICIONAIS E SUPORTE
Não disponivel


O último conteúdo adicional de Dark Souls III e suposto fim da série traz um pacote mais caprichado do que Ashes of Ariandel. Com uma jornada mais extensa, mais localidades para visitar e maior variedade de inimigos e chefes, The Ringed City é um DLC melhor. No entanto, traz um desfecho que deixa mais lacunas do que respostas na narrativa e não se mostra tão divertido quanto outros DLCs da série Soulsborne.

Como os fãs podem imaginar, a última etapa da jornada do ser de cinzas não esclarece dúvidas do universo da série, pelo contrário, traz elementos inéditos em demasia. O DLC basicamente se divide em duas grandes áreas, ambas bonitas artisticamente, mas a qualidade do level design oscila. A primeira é linear e desinteressante, já a segunda compensa as falhas da primeira com estruturas que se interconectam, inimigos desafiadores bem posicionados e ambientes variados.

A primeira área é um amalgamado de ruínas, cercada de cinzas. Um ambiente bastante caótico, que não proporciona um gameplay tão satisfatório. Há uma correria incessante por conta das ameaças impostas. Além dos inimigos comuns, existe uma criatura “especial” que vai exigir que o jogador atravesse determinadas rotas o mais rápido possível, inibindo a progressão e exploração meticulosa na primeira jornada pelo local.

Tal ambiente consta de andares que não se conectam, então é impossível voltar para um patamar superior, a não ser via teleporte de bonfire. Essa linearidade é um pouco incômoda e o que torna as ruínas iniciais medíocres.

Felizmente, a segunda área contorna os problemas mencionados, além de proporcionar muito conteúdo novo – um número considerável de chefes, armas (fortíssimas) com movesets únicos e até uma divertida covenant que permite ao jogador se tornar um boss no mundo de outro jogador – similar ao Old Monk de Demon’s Souls.

A cidade perdida de Ringed City também traz alguns inimigos diferentes da campanha principal e ambientes de temáticas variadas. O DLC, como de costume, introduz NPCs inéditos e uma sidequest que não é facilmente completada.

Um recurso interessante desse novo episódio é a conexão com Ashes of Ariandel. Parte da narrativa do primeiro DLC é continuada em Ringed City, inclusive com personagens antigos que apresentam diálogos inéditos. Mas o que torna a experiência do novo conteúdo adicional realmente memorável são as batalhas contra os chefes.

Para quem já pôde experimentar The Ringed City, o nome Midir provavelmente evoca pesadelos e memórias de sofrimento. Trata-se de um dos chefes opcionais mais desafiadores de toda a série. Não é injusto, mas vai exigir que o usuário conheça todos os movimentos do adversário se quiser ter uma chance de derrotá-lo. Outro destaque fica para o boss final do episódio; uma luta épica e que encerra bem o DLC, ainda que seja algo inesperado para o lore e narrativa da série.

Veredito

The Ringed City remedia a escassez do DLC anterior, apresentando muito mais conteúdo, embora nem tudo oferecido tenha um bom ritmo de gameplay e seja divertido. O grande destaque são os chefes – desafiadores e dignos de encarar aquela sua build vigorosa, criada após gastar um tempo considerável na campanha de Dark Souls III.

DLC analisado com código fornecido pela produtora.

 

85%